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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

The Original Drifters!!!

Finalmente chegou o momento de falar um pouco do que o nosso querido Bill Pinkney fez, depois que foi demitido dos "Drifters" no começo de 1958. Vamos colocar aqui o terceiro pilar da história deste grupo, que é considerado até hoje, um dos precursores do R&B.

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Depois de ser demitido do "Drifters" no comecinho de 1958, Pinkney não perdeu tempo. Gravou um single pela Phillips International Label, chamado "After the Hop/Sally's Got a Sister". Ele contou com a participação de um grupo de estúdio chamdo "The Turks". Atenção, galera: não se trata do grupo que fez sucesso pela Weast Coast; é apenas um grupo com o mesmo nome. Em maio de 1958, como já vimos, o empresário louco (haha), George Treadwell, demitiu todo mundo. Todos os integrantes do grupo. Ele era o dono do nome... Então resolveu começar tudo de novo, contratando outros rapazes para serem os "Drifters".

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

The Drifters na Europa.

Bom, gente, esta é a nossa terceira parte de Biografia do grupo Drifters. Atenção ao número de integrantes, e às confusões judiciais pelo nome. Aqui, faremos muitas constatações interessantes. Este grupo, ao longo de 54 anos, teve por volta de 50 integrantes!!! E a pessoa que mais tempo (entre idas e vindas) serviu à ele foi o nosso querido Johnny Moore. Podemos dizer, então, que ninguém foi mais 'Drifter' do que ele. Foi? Sim... Ele faleceu em 1998, nos deixando com muita saudade. Mas seu legado é eterno...

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Depois de quase duas décadas de sucessos nos Estados Unidos, chegou o momento de buscar novos horizontes. O grupo já não conseguia ter o mesmo apelo no mercado norte-americano, e partiu para a Europa, liberados de seu contrato com a gravadora Atlantic, mas ainda sob o comando de Faye Treadwell. O ano era 1971. Johnny Moore e Bill Fredricks se uniram a Butch Leake e Grant Kitchings para uma nova formação do grupo. Butch Mann foi escalado para a guitarra.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

The Drifters - Parte 2

Eu acho que aqui cabe, antes de mais nada, uma explicação. Na primeira parte de nossa biografia, eu deixei claro que houve uma rusga entre empresário e artistas, e, desta rusga, nasceram dois grupos. Um, comandado ainda pelo empresário, se intitulava "Drifters" por direito legal. O outro, que consistia dos ex-membros do grupo, reunidos, tinha o direito adquirido ao nome.
Bom, esta aqui é a minha opinião, apenas, e nada tem a ver com decisão judicial ou algo do gênero. Benjamin Nelson e sua galera eram muito bons. Mas já eram um grupo, e poderiam ter permanecido daquela forma, agenciados por Treadwell. O sucesso seria o mesmo. Ou até maior. Bill Pinkney, os irmãos Trasher e Little Dave eram, de fato, os "Drifters". O som era deles, o estilo que fez sucesso era o deles,... Então, pra mim, JulyN, este era o verdeiro grupo.
Mas, aqui, nós vamos seguir o histórico oficial da banda, como é registrada nos meios cabíveis. Então, nesta segunda parte, falaremos da nova formação de Treadwell. Mas não fiquem tristes os leitores que concordaram com o meu ponto de vista. Teremos sim, um terceiro texto, dedicado ao "Original Drifters". Aguardem e confiem...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

The Drifters - Part I

    Este grupo, originário dos anos 50, talvez tenha sido um dos mais proemimentes da história do R&B. Sua trajetória é riquíssima, e cheia de requintes. Por isso, quem estiver lendo esta briografia, deve fazê-lo com atenção.
    Vou começar explicando a grande controvérsia que existe hoje em dia. Dois grupos da atualidade se intitulam "The Drifters". E esta é a apenas a ponta do iceberg. É nesta longa, mas interessante biografia, que eu vou explicar, ou pelo menos tentar, o quê, quando e onde aconteceu essa rusga. E aí, os leitores poderão formar suas próprias opiniões sobre o legado do grupo.
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    No final dos anos 40, a moda no R&B era os grupos vocais. Normalmente eles formavam um coro bonito, e cada integrante ocupava um lugar na escala vocal. E também comumente, o vocalista era o baixo ou o barítono do grupo. Vozes masculinizadas, graves, eram a moda da época.

    Em 1951, um novo grupo despontava no mercado. "The Dominoes" tinha algo de diferente. Ao invés de um vocalista com voz grave, o grupo contava com um contra-tenor nos vocais principais. Era uma revolução no jeito de fazer R&B. Clyde McPhatter passou a ser, rapidamente, um novo parâmetro para os novos artistas. A primeira música do grupo a fazer sucesso foi "Do Something for Me".